Leis

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Fotógrafos - Como ganhar dinheiro com as suas imagens

Bancos de imagem

Os bancos de imagem são uma forma interessante de ganhar dinheiro e rentabilizar o seu negócio.
É importante encarar este negócio com seriedade, os bancos de imagem não são sites para descarregar as imagens de férias, mas imagens sérias que possam interessar as pessoas que diariamente no mundo inteiro procuram imagens e que as pagam para serem utilizadas nos mais diversos fins.


imagem do Banco de imagem http://escolacompleta.com/


Os bancos de imagem são uma forma interessante de ganhar dinheiro e rentabilizar o seu negócio.
É importante encarar este negócio com seriedade, os bancos de imagem não são sites para descarregar as imagens de férias, mas imagens sérias que possam interessar as pessoas que diariamente no mundo inteiro procuram imagens e que as pagam para serem utilizadas nos mais diversos fins.
Conselhos para quem quiser enveredarem por este negócio:

- Estar atento às imagens utilizadas nas brochuras, revistas, publicidade, televisão, outdoors. Os bancos de imagens fornecem muitas dessas fotografias.

- Criar projectos e imagens unicamente para colocar nesses bancos.

- Pesquisar nos bancos de imagens e ver quais as fotografias mais procuradas.

- Apostar na simplicidade. As imagens dos bancos não têm de ser obras de arte merecedoras de prémios. Muitas vezes as mais simples são as que melhor vendem


Alguns Bancos de Imagem:

www.shutterstock.com/  --    pt.fotolia.com/  --  www.depositphotos.com/  --  www.fotobanco.pt/  --  www.fotosearch.pt/
http://escolacompleta.com

Aprenda a tirar fotografias criativas

A Canon disponibiliza 5 ficheiros em PDF com dicas fotográficas de forma a ensinar-nos a tirar melhores fotografias.


Pessoas e Retratos ( Ler mais...)

Viagens e Férias  ( Ler mais...)

Paisagens e Arquitectura   ( Ler mais...)

Festas e Ocasiões Especiais ( Ler mais...)

Animais e Natureza  ( Ler mais...)




A história recente da humanidade está inequivocamente ligada à fotografia. Desde a sua invenção que ela tem acompanhado a nossa história.
Imortalizada por fotógrafos como Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, Jacques Henri Lartigue, são apenas alguns exemplos.
No entanto, há também fotografias emblemáticas que passaram para a história e que não estão relacionados com eventos. o Livro "Cuando la fotografía es un arte' de Val Williams, concentra-se em 80 obras de arte fotográfica e discute "os segredos do sucesso dessas fotografias", é notável a qualidade dessas fotografias no seu período histórico e artístico.
O livro editado por Lunwerg, começa com fotografias a preto e branco e vai evoluindo até às fotografias digitais. Encontramos obras de Alfred Stieglitz, Martin Parr, Hioshi Sugimoto, Margaret Bourke-White, Haas Ernst ou Goldin Nan entre outros.
As 80 imagens são acompanhadas por um texto, descrição da fotografia, perfil do autor, data, etc.
A ideia é dar oportunidade ao leitor de saber quais são as principais qualidades de algumas fotografias documentais que apenas reproduzem a realidade, mas são criações cuidadosamente projectadas para atingir determinado objectivo, para transmitir uma visão.
Val Williams é um escritor e professor de história e cultura de fotografia na Universidade de Artes de Londres. Além disso, é director do Centro de Pesquisa e Fotografia Documental no LCC (London College of Communication) e editora do Jornal de Fotografia e CultuRA. Tem uma vasta experiência como curador de fotografia. Director of Photography and the Archive Research Centre (PARC)

Detalhes técnicos do livro
Título: " Cuando la fotografía es un arte "
Autor: Val Williams
Editorial: Lunwerg
Páginas: 224
Idioma: espanhol


Professor Val Williams - www.http://www.lcc.arts.ac.uk/

O Equipamento

Será por si só o bastante?


O bom equipamento é aquele que nos permite obter a imagem que desejamos, é importante termos recursos, quanto mais melhor, o que nos diferenciará não é a quantidade de ferramentas que temos, mas o que fazemos com elas.

Fotografia correcta ou errada, boa ou ruim?


É necessário separar os conceitos "errado e certo" de "bom e ruim" e também o gostar ou não gostar, são coisas diferentes.

Fotografia correcta é aquela que o autor queria, tem a aparência imaginada antes do click.
Fotografia errada é aquela que não se imaginou.
Parece simples, se o fotógrafo teve técnica suficiente para colocar a sua vontade, criatividade e estilo na imagem, consegui realizar o que imaginou, então pouco há para discutir, mas daí ao julgamento qualitativo há uma enorme distancia.

Os conceitos de bom e ruim andam muitas vezes paralelamente com os de gostar e os de não gostar, achamos bom o que gostamos e ruim aquilo que não apreciamos, mas na verdade devemos separar isso antes de avaliar uma imagem. (por vezes não gostamos de algo sem o termos provado...).


Quando falamos de qualidade, entramos num mundo onde está a parte técnica e a parte da subjectividade.
Qualidade técnica se está correctamente exposta, bem focada, sem ruído, bem enquadrada.

Subjectivo tem haver com a estética, para uns pouco importa a luz, mas sim o momento espontâneo, para outros a cor e o contraste, outros a abstracção enquanto outros preferem a aparente fidelidade do mundo real.
Temos pois muitas as opções para dizermos se uma fotografia é boa ou não, mas isso depende da cultura, da educação visual de cada um, da sua personalidade formada ao longo da vida.

Uma boa fotografia depende de estar no lugar certo na hora certa e bem preparado para isso, é aquele instante em que tudo se alinha, estar com o equipamento adequado e com os conhecimentos que a permitam executar.
Por vezes o fotógrafo tem sorte, tudo trabalha a seu favor, o equipamento certo, a técnica apropriada, o lugar perfeito, a hora certa em que a natureza o presenteia com a luz perfeita.

Estética

Estética é a procura da beleza, do belo, do perfeito, da harmonia.


Estética costuma-se definir como o estudo da beleza.
Analisar a beleza e a sua compreensão artística, é a perfeição ontológica da forma manifestada, na perfeição, proporção e esplendor da forma.
Os Gregos e Romanos da Antiguidade desenharam o belo e a arte através das suas esculturas e pinturas.
A estética antiga preocupava-se mais com os factos, enquanto a moderna coloca mais enfeze em a explicar.
A Estética deve ter dois aspectos, um o geral e outro o particular.
Cada arte procura a estética e o material para as suas investigações sensoriais e desenvolvem-se por distintos caminhos.

A Fotografia como Arte


Ser artista não é o privilégio de pessoas super dotadas, mas uma possibilidade que têm todas as pessoas normais, a quem a natureza favoreceu os cinco sentidos.


Estudar Arte ajuda-nos a ver o mundo da imagem de uma forma mais objectiva, temos negligenciado o dom de compreender as coisas através dos nossos sentidos.
O conceito está divorciado do que se percebe, e o pensamento move-se entre abstracções.
Os nossos olhos foram reduzidos a meros instrumentos de identificação e de medição, daí sofrermos de uma carência de ideias exprimíveis em imagens e de uma capacidade de descobrir o significado no que vemos.
A análise de uma imagem pode dizer mais de uma pessoa, que a própria imagem, o que transforma o processo de análise numa espécie de auto-retrato.
Um acidente de viação onde exista imagens de corpos despedaçados é insuportável para a maioria das pessoas, para um talhante é algo de normal, e para um futuro assassino até é excitante.
Baseando-nos neste argumento podemos esperar que as imagens nos ensinem o valor de admitir os nossos segredos e os perigos de os esconder.
Que poderá curar o medo a quem trabalha com imagens? Conhecimento.
O conhecimento da sua especialidade no processo de comunicação, uma visão global, desde a análise, a estratégia, a narração e mensagem, a imagem, a forma e cor.
O mero contacto com as obras-primas não é o suficiente.
A capacidade inata para entender através dos olhos está adormecida e deve ser desperta.
E a melhor maneira é pegar na nossa camera fotográfica e sair à procura.
Temos de ter atenção a não nos deixarmos bloquear pelos maus hábitos e conceitos erróneos muitas vezes provocado pela falta de orientação.
Aprender a linguagem das imagens é muito importante, as palavras não são o suficiente para exprimir sentimentos, é impossível comunicar as coisas visuais através da linguagem verbal.
Quando olhamos um quadro de Rembrandt Harmenszoon van Rijn, aproximamo-nos de um mundo que nunca nos foi mostrado, penetrar nesse mundo significa receber um clima especial e a característica de luzes e sombras, os rostos e gestos dos seres humanos, a atitude face à vida, é recebê-lo através dos nossos sentidos e sensações, não existe palavras para relatar a uma terceira pessoa a experiência vivida pela observação.
A linguagem não pode executar a tarefa porque não é a via directa para o contacto sensorial com a realidade., serve apenas para nomear o que vemos, ouvimos e pensamos.
Devemos deixar que os nossos olhos levem ao nosso cérebro estas experiências, antes de receberem um nome devem ser codificadas por análise perceptiva. Ela aguça a visão para a tarefa de penetrar uma obra de arte até aos limites impenetráveis.
O delicado equilíbrio de toda as potencialidades de uma pessoa é perturbado apenas quando o intelecto se choca com a intuição, mas também quando a sensação expulsa a razão.
A auto-análise descontrolada pode prejudicar a pessoa que se recusa a entender como e porque trabalha.
A arte requer um tipo de conhecimento íntimo que só nasce através de um amor prolongado e uma devoção paciente, somente possível com o esforço da mente.
A descrição dos tipos de coisas que se vêm e quais os mecanismos perceptivos que se devem levar em consideração.
Entender uma obra de arte tem de ser encarada como um todo, a composição, o clima de cores, a dinâmica das formas.

Fotografar um assunto, instruirmo-nos o mais que pudermos a seu respeito, para que nada seja negligenciado pelo observador.